segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Mateus 26:36-46 – Jesus no Getsêmani



O texto acima narra o início do momento mais difícil e triste de Jesus nesta terra. Momento que antecede sua prisão, julgamento e crucificação. Jesus estava triste até a morte, como Ele mesmo disse aos amigos mais chegados, Pedro, Tiago e João. Neste momento de angústia o que Cristo fez foi orar. E na sua oração aprendemos coisas importantes:

1) Oração é a melhor coisa em tempo de angústia: (v.38) “Então lhes disse: a minha alma está profundamente triste até a morte; ficai aqui e vigiai comigo; adiantando-se um pouco, prostrou-se rosto em terra, orando...” – Ele nos dá o exemplo. Na angústia o coração entristecido se fortalece com oração.

2)Oração deve ser de acordo com a vontade do Pai: (v.39) “...orando e dizendo: Pai, se possível, passa de mim este cálice. Todavia, não seja como eu quero e sim como tu queres.” – Conquanto seja lícito pedir o que queremos, Jesus ensina que a vontade do Pai é que deve ser desejada.

3)Oração deve ser perseverante: (v.40) “E voltando-se para os discípulos achou-os dormindo e disse a Pedro: nem sequer uma hora pudestes vós vigiar comigo? Vigiai e orai para que não entreis em tentação... (v.41) vigiai e orai para que não entreis em tentação... (v.42) tornando a retirar-se orou de novo... (v.44) Deixando-os novamente foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras”. Percebe-se que o físico debilitado pela tristeza e angústia desanimou os discípulos, mas não a Jesus. Ele orou perseverantemente enquanto instruía os amigos a lutarem contra o cansaço para fazerem o mesmo.

4)Oração ajuda na resistência ao pecado: (v.41) “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”. Oração fortalece a alma e dá ao homem a condição necessária para resistir ao pecado.

5) Oração leva-nos a entender a vontade de Deus e dá-nos força para cumpri-la: (v.45 e 46) “Ainda dormis e repousais! Eis que é chegada a hora, e o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores. Levantai-vos, vamos. Eis que o traidor se aproxima”. Os discípulos que não oraram não entendiam a gravidade do momento, mas Jesus que orou perseverantemente sabia detalhes dos acontecimentos e estava pronto para beber o cálice de Deus até a última gota.

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